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Gaia Ciência

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Quem foi Eva Ekeblad’s e porque a google lhe dedica um doodle!

Eva Ekeblad’s foi uma cientista sueca que aportou à humanidade diversas descobertas que se destacaram por serem de grande utilidade.

As mais conceituadas descobertas da cientista Eva Ekeblad’s foram a extração de álcool e a possibilidade de se fazer farinha a partir de batatas. Destacou-se por ter sido a primeira mulher membro da Academia Real das Ciências da Suécia. Depois de Eva Ekeblad’s em 1748, só em 1970 é que outra mulher foi eleita para a dita Academia. Contudo não existem registros de que ela tenha participado em eventos e reuniões da Academia. Já em 1751, recebeu uma membresia honorária ou invés de completa, algo destinado apenas para homens

Eva De la Gardie nasceu numa propriedade do conde Magnus Julius De la Gardie no dia 10 de julho de 1724. Acabou por se casar com 16 anos com o conde Claes Claesson Ekeblad, membro da nobreza e da elite política da Suécia, vindo a ter seis filhas e um filho como fruto desse casamento.

Com a muito frequente ausência do marido devido aos negócios, Eva Ekeblad’s ficava responsável pela gestão das propriedades, incluindo a tarefa de supervisionar os oficiais de justiça e presidir às assembleias de condado, das paróquias e das propriedades.

Eva Ekeblad’s destacou-se por diversas descobertas cientificas de valor:

Decorria o ano de 1746, quando Eva Ekeblad’s escreveu à Academia Real das Ciências da Suécia dando a conhecer algumas das suas descobertas referentes à batata. As batatas são um alimento com origem na América do Sul, sendo introduzidas na Suécia no ano de 1658.

Nessa altura as batatas eram cultivadas em estufas e consumidas apenas pela aristocracia e pela realeza. O trabalho de Eva Ekeblad’s acabou por ajudar a tornar a batata num alimento considerado básico no país, o que conseguiu também aumentar a oferta de trigo, centeio e cevada disponível para fazer pão, uma vez que as batatas são muito ricas em amido, sendo também de utilidade para fazer álcool sem o uso dos grãos.

 

Eva Ekeblad’s

 

Eva Ekeblad’s também estudou e desenvolveu um método de branqueamento do algodão com a utlização de sabão no ano de 1751. Conseguiu a façanha de substituir os perigosos agentes químicos dos cosméticos daquela época, pela flor da batata no ano 1752.

google decidiu dedicar um doodle ao seu aniversário 293. Neste doodle destaca-se o excelente trabalho de investigação feito por uma mulher numa altura em que eram os homens que dominavam esse tipo de trabalhos, mas que algumas mulheres como ela se conseguiram mostrar mais valias úteis a toda a humanidade.

Eva Ekeblad’s veio a falecer a15 de maio de 1786, deixando um legado que ficará eternamente na história.

A arte de não saber comunicar


Estamos na Era da comunicação mas, paradoxalmente, sabemos comunicar cada vez menos. É um facto.

Comunicar envolve, por definição, pelo menos duas pessoas: o emissor e o receptor. Precisamos de uma pessoa que transmita uma mensagem e de outra que a receba e que, seguidamente, devolva uma resposta concomitante com o que foi dito. No entanto, cada vez menos isto acontece.


O que me parece é que deixámos de comunicar, de conversar, de dialogar, para passarmos a fazer monólogos acompanhados. Já não interessa o que A disse ou o que B fez. O que interessa é que possamos vomitar tudo o que queremos e que haja alguém do outro lado a ouvir. Ou a fingir que ouve. E, de preferência, sem interrupções. Somos, no fundo, a audiência pseudo-interessada: além de fingirmos que ouvimos, no fim até murmuramos um “pois é” convincente para depois retomarmos o foco para nós próprios e podermos expelir as nossas entranhas. É um ciclo. Quase bulímico. Acumulamos todas as nossas informações e depois, quando já estamos enfardados, precisamos de um ouvido (leia-se sanita) para podermos ficar mais leves. E retoma-se o ciclo.

não saber comunicar

 



Os diálogos foram reduzidos a monólogos. Não todos, mas uma grande maioria. Basta parar uns minutos num café, no metro ou num jardim. As conversas são todas centradas no eu, eu, eu. Não interessa o que o outro diga, a resposta seguinte iniciar-se-á invariavelmente por um “eu…”. É inevitável. Há uma dificuldade enorme de comentar o que o outro diz, de questionar e de, no fundo, se interessar genuinamente pelo que está a ser dito.

Enquanto o outro fala, vamos abanando a cabeça e dizendo que sim, embora estejamos muito mais empenhados a pensar no que vamos dizer a seguir. Nem precisamos de ouvir o que C diz porque o que diremos de seguida será um tópico escolhido por nós que não vai ter necessariamente a ver com o que se falava. Por vezes, ainda há a necessidade de tentar demonstrar que sim, mas facilmente se percebe que isso era só um pretexto para se fazer uma transição mais…suave. Digamos assim.


Parece que já ninguém se escuta. Todos querem falar e todos querem ser escutados, mas ninguém se dá ao trabalho de escutar. De ouvir ainda vá que não vá. Mas ouvimos porque somos obrigados e porque é um acto involuntário, caso contrário eu acredito que havia muita gente que se punha off ou desligava o som.

A realidade é simples. A maioria das pessoas procura receptores de informação onde possam depositar o que lhes apetece. Procuram alguém que empreste os seus ouvidos. É isso. Nós somos emprestadores de ouvidos. E será que é isso que é comunicar?

Para mim, comunicar é muito mais do que emprestar os meus ouvidos até estarem a rebentar de informação. Comunicar é um jogo criativo em que nos escutamos, em que nos interessamos e em que temos sempre, ou quase sempre, algum feedback a dar sobre o que foi dito. É escutar o outro, dar-lhe o nosso tempo e, por vezes, até limitar o nosso próprio tempo de antena. É criar-se ali uma dinâmica e, no meio do que cada um diz, sair algo de proveitoso para ambos.


Se há alguma solução? Talvez. Temos que esvaziar os nossos egos e começar a arranjar um lugar para as outras pessoas. As que nos importam, sobretudo. Arranjar um sítio onde elas possam caber no meio do amontoado de informação que temos para reciclar. A capacidade de comunicar – e, em última análise, de escutar – implica que sejamos capazes de nos descentrarmos de nós próprios e de fugirmos a todos os pensamentos e ideias que estamos a ter no preciso momento em que alguém está a falar connosco. Não nos podemos esquecer de que a outra pessoa não é um caixote do lixo ou um depósito de neuroses.

Acho que, acima de tudo, temos que deixar de ser egoístas e passar a controlar a incontinência verbal. Caso contrário, passaremos a ser a geração dos monólogos acompanhados. Não nos podemos esquecer que as melhores conversas começam com o saber escutar. Além disso, queremos todos os mesmo, por que raio não começar a pô-lo em prática?

140º Aniversário de Wimbledon é comemorado hoje em todo o mundo.

140º aniversário de Wimbledon celebra-se hoje, e a Google não quis deixar passar a ocasião sem dedicar um Doodle.

Faz hoje 140 anos que em Wimbledon se celebrou o primeiro torneio de ténis da história da humanidade. Wimbledon passou assim a ser o mais antigo e mais conhecido torneio de ténis em todo o mundo.

Wimbledon foi o cenário onde decorreu pela primeira vez em Julho de 1877 um torneio profissional de ténis, tendo participado nessa primeira competição um grupo de 22 atletas. A acompanhar a final desse torneio estavam apenas 200 pessoas na plateia, muito longe dos valores que admite hoje essa mesma competição. Quem venceu esse primeiro torneio em Wimbledon foi Spencer Gore se sagrou como o primeiro campeão do Torneio de Wimbledon.

Desde essa data o torneio decorre todos os anos tendo na atualidade centenas de atletas profissionais tenistas a competir pela conquista dos chorudos prémios que a organização da competição atribui aos atletas. Este torneio de Wimbledon faz parte do Grand Slam atrai multidões desde o início do ténis profissional, desde tempos mais remotos, quando os tenistas ainda usavam raquetes de madeira artesanais para jogarem e competirem.

 

Wimbledon juntamente com o Open da Austrália, com o Torneio de Roland-Garros e com o US Open, compõe um grupo de torneios mais desejados pelos profissionais da modalidade, designados como Grand Slam. O Torneio de ténis de Wimbledon é por norma o terceiro dos quatro torneios do Grand Slam a decorrer, e tem a particularidade de ser o único dos quatro torneios a ser disputado em campos de ténis com relva.

Wimbledon é o único dos 4 torneios do Grand Slam a ser jogado em cima de relva, o torneio de Wimbledon é também conhecido pela particularidade muito especial de os seus campos de relva serem perfeitamente minuciosamente mantidos a 8 milímetros a altura, porque segundo os especialistas é o tamanho ideal para pés em movimento rápido.

 

140 aniversario Wimbledon

140º aniversário de Wimbledon Torneio em 2017 tráz novidades.

O torneio de ténis de Wimbledon em 2017 aumenta o valor dos prémios a distribuir pelos participantes da competição. Este ano são 37,4 milhões de euros (ME) em prémios na edição de 2017, mais 12,5% do que no ano de 2016, isso é o que foi anunciado pela organização do terceiro ‘Grand Slam’ do ano.

 

Nos últimos seis anos, em Wimbledon duplicaram o valor dos seus prémios do seu torneio, sendo mais uma motivação para os atletas querem entrar nesse torneio. Está a decorrer em Wimbledon uma remodelação da estrutura no All England Club, para melhorias das condições, e instalação uma cobertura retrátil. Esta remodelação  iniciou-se após a edição de 2016 estando prevista a sua conclusão no ano 2019. Vai permitir incrementar muito a capacidade do recinto, que passará de 900 espetadores para cerca de 12.400.

Veja abaixo o doodle que a google dedicou ao aniversário 140º de Wimbledon.

Campeonato de Wimbledon doodle

 

 

Campeonato de Wimbledon recebe doodle pelo seu aniversário

Campeonato de Wimbledon, saiba mais sobre este campeonato e porque  a Google dedica um Doodle.

Campeonato de Wimbledon ou torneio de Wimbledon atinge hoje o seu aniversário 140. Trata-se do torneio de ténis mais antigo do mundo e na opinião de muitas pessoas o mais importante do mundo.

O Campeonato de Wimbledon decorreu pela primeira vez a 9 de Julho de 1877, tendo participado nessa primeira competição de ténis da história um grupo de 22 atletas individuais. A acompanhar esse campeoonato de tenistas, estavam cerca de 200 espectadores a assistir à final na qual Spencer Gore se sagrou como o primeiro campeão do Campeonato de Wimbledon.

Apartir dessa data o torneio começou a decorrer anualmente.Na atualidade centenas de tenistas tentam conquistar este torneio do Grand Slam. Wimbledon atrai multidões desde o início do ténis profissional, desde tempos mais remotos, quando os tenistas ainda usavam raquetes de madeira artesanais para jogarem e competirem.

Campeonato de Wimbledon

 

Juntamente com o Open da Austrália, com o Torneio de Roland-Garros e com o US Open, o Campeonato de Wimbledon constitui o conjunto de torneios do Grand Slam. O Torneio de ténis de Wimbledon é por norma o terceiro dos quatro torneios do Grand Slam a decorrer, e tem a particularidade de ser o único dos quatro torneios a ser disputado em campos de ténis com relva.

Além da particularidade de ser o único dos 4 torneios a ser jogado em cima de relva, o Campeonato de Wimbledon é também conhecido pela particularidade de os seus campos de relva serem perfeitamente mantidos a 8 milímetros a altura, porque segundo os especialistas é o tamanho ideal para pés em movimento rápido.

As regras dos torneios na atualidade são muitos similares às regras iniciais do torneio, exceto por alguns pequenos detalhes como por exemplo altura da rede, dos postes e a distancia da linha de serviço até à rede.

 

Campeonato de Wimbledon 2017 - Novidades do torneio.

O torneio de ténis de Wimbledon aumenta o valor dos prémios a distribuir pelos participantes da competição. Este ano são 37,4 milhões de euros (ME) em prémios na edição de 2017, mais 12,5% do que no ano de 2016, isso é o que foi anunciado pela organização do terceiro ‘Grand Slam’ do ano.

 

Nos últimos seis anos, o Campeonato de Wimbledon duplicou o valor dos seus prémios. Os organizadores revelaram que está em curso a remodelação do ‘court’ um do All England Club, nomeadamente a conclusão do primeiro ano de um complexo programa com previsão de duração de cerca de três anos para instalar uma cobertura retrátil. Esta remodelação tem um orçamento de 82,7 ME e começou a ser feita após a edição de 2016 estando prevista a sua conclusão no ano 2019. Vai servir também para aumentar a capacidade do recinto de 900 espetadores para cerca de 12.400.

Veja o exemplo do doodle que a google dedicou ao aniversário 140º do Campeonato de Wimbledon.

Campeonato de Wimbledon doodle

 

 

Dia nacional do Canadá 2017 na história

Celebra-se o Dia nacional do Canadá 2017.

O Canadá é um país que ocupa uma grande parte da América do Norte com 9,98 milhões de km², sendo um dos maiores países do mundo em área total de território, apenas superado pela rússia. O Canadá estende-se desde o oceano Atlântico, a leste, até o oceano Pacífico, a oeste.

Ao norte o país é limitado pelo oceano Ártico e a sua fronteira comum com os Estados Unidos, no sul e no noroeste, é a mais longa fronteira terrestre do mundo.

Dia nacional do Canadá 2017

 

História resumida do Canadá - Dia nacional do Canadá 2017

Foi a 1 de julho de 1867, que o Ato britânico da América do Norte foi aprovado, unindo as três colónias distintas do Canadá, Nova Escócia e Nova Brunswick. Originalmente chamado de Dia do Domínio, o Dia do Canadá não foi oficialmente celebrado até ao 50º aniversário, em 1917.

A diversidade dessas três colónias distintas não foi perdida ou diminuída. Os canadenses têm grande orgulho na cidadania multicultural, integrada e inclusiva do seu país.

Como reconhecimento dessas crenças fundamentais, o Canadá promulgou a Política de Multiculturalismo em 1971. A primeira do seu tipo no mundo, esta política confirmou os direitos dos povos aborígenes e o status das duas línguas oficiais do Canadá.

Doodle de hoje retrata as sobremesas comemorativas que refletem a vasta diversidade regional e étnica do Canadá, destacando as 13 províncias e territórios.